quarta-feira, 18 de maio de 2011

Ministra classifica desmatamento como 'inusitado' e instala gabinete de crise

Gabinete terá representantes da Polícia Federal, da Força Nacional de Segurança, do Ibama e das Secretarias de Meio Ambiente dos Estados da Amazônia

18 de maio de 2011 | 15h 17
 
REUTERS
O crescimento do desmatamento na Amazônia em março e abril deste ano, concentrado em Mato Grosso, é um evento "absolutamente inusitado", afirmou nesta quarta-feira a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, que decidiu instalar um gabinete de crise para apurar esse aumento.

Wilson Dias/ABr"Nós não sabemos ainda o que está acontecendo no campo. O comportamento do Estado de Mato Grosso é um comportamento completamente atípico e contraditório", disse a ministra a jornalistas, ressaltando que os dados contrariam uma tendência de queda do desmatamento verificada nos dois primeiros meses de 2011.
Izabella explicou que o desmatamento nesse Estado também foge da regra por ter ocorrido na época das chuvas, algo incomum, e por indicar que os proprietários rurais estão adotando técnicas que já haviam sido abandonada, como o chamado "correntão", em que uma corrente grossa é amarrada a dois tratores que adentram a mata e abrem grandes avenidas.
Mais cedo, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou que o desmatamento na Amazônia em março e abril deste ano chegou a 593 quilômetros quadrados, sendo 480,3 quilômetros quadrados somente em Mato Grosso. Em relação ao mesmo período do ano passado, a área desmatada detectada pelo Inpe cresceu 472,9 por cento.
A ministra apresentou outros dados do Inpe que atestam um crescimento de 27 por cento das áreas desmatadas de agosto do ano passado a abril deste ano na Amazônia Legal em relação ao mesmo período de um ano antes.
"O Estado do Mato Grosso, em 2004, tinha cerca de 12 mil quilômetros quadrados de taxa de desmatamento. Chegou ao ano passado com 800 quilômetros quadrados. Aconteceu, em um mês (abril), que nós temos 400 quilômetros quadrados de desmatamento no Estado. É metade da taxa que eles tinham no ano passado", avaliou Izabella.
A ministra afirmou não ter elementos suficientes para afirmar que o desmatamento tem relação com a perspectiva de aprovação do novo Código Florestal, como afirmaram entidades ambientalistas, embora ela tenha dito estar surpresa com o fato do desmatamento ter ocorrido em áreas que têm licenciamento e planejamento de supressão de vegetação.
O texto que atualiza o Código Florestal é visto por ambientalistas como um incentivo a novos desmatamentos ilegais, por retirar o embargo a propriedades irregulares e por considerar legais alguns descumprimentos da atual lei.
Izabella destacou que há mais de 500 homens da área de fiscalização no Estado do Mato Grosso para apurar as causas do desmatamento.
O gabinete de crise, coordenado pela ministra, inclui representantes da Polícia Federal, da Força Nacional de Segurança, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e secretários de Meio Ambiente dos Estados da Amazônia.
"A ordem é reduzir o desmatamento até julho... É um compromisso formal do governo. Nós temos que cumprir o Plano Nacional de Mudanças Climáticas", afirmou a ministra.
Além disso, o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, afirmou que o sua pasta, a qual o Inpe está subordinado, está investindo em satélites de última geração, que poderão gerar dados mais precisos sobre as áreas de degradação.
"Se antes a gente via o trator desmatando, agora nós vamos ver o machado", disse o ministro.

http://www.estadao.com.br/noticias/geral,ministra-ve-desmatamento-inusitado-e-instala-gabinete-de-crise,720944,0.htm

 

terça-feira, 17 de maio de 2011

Dívidas com aluguel ameaçam despejo de entidade filantrópica, em Manaus

Associação que atende pessoas com necessidades especiais deve sete meses de aluguel e corre risco de ser despejada do imóvel onde atende

Ana Célia Ossame


Entidade recebe diariamente 20 crianças e adolescentes em busca de atendimento psicológico, fisioterápico e alimentação
Entidade recebe diariamente 20 crianças e adolescentes em busca de atendimento psicológico, fisioterápico e alimentação (Foto: Antônio Menezes)
Os olhos de Maria do Perpétuo Socorro Dias, 55, enchem-se de lágrimas quando ela começa a imaginar como será o dia em que começa a viver. A todo momento, pensa que irá receber um comunicado anunciando que terá de abandonar a casa, ocupada pela Associação de Apoio às Pessoas com Necessidades Especiais (AAPNE), situada no conjunto Beverly Hills, no bairro Chapada, Zona Centro-Sul de Manaus, entidade criada e dirigida por ela há seis anos.
A aflição tem uma justificativa. A AAPNE recebe diariamente aproximadamente 20 crianças e adolescentes em busca de atendimento psicológico, fisioterápico e alimentação.
Com o pagamento do aluguel atrasado há sete meses, Maria Dias não sabe a quem recorrer, pois está ainda em processo para firmar convênios com órgãos estadual e municipal de apoio a esse serviço prestado por ela.
O pagamento do aluguel vinha de recursos de um convênio mantido pela associação e a Petrobras que, finalizado no ano passado, está em processo de renovação e como houve troca de gestor no órgão em nível nacional, isso atrasou o procedimento.
“A questão é que não sei quanto isso vai demorar e nem até quando o proprietário terá paciência e condições para esperar”, afirmou ela, enquanto no último sábado (14), se preparava para o lançamento de uma campanha de arrecadação de recursos financeiros para adiantar algum valor do aluguel.
“Vamos para as ruas pedir a doação de R$ 1 de cada pessoa porque, se cada um der, poderemos completar uma quantia importante para quitarmos parte da dívida que temos, do aluguel”, explicou. 
Dívida
O valor do aluguel da casa é fixado em R$ 2,5 mil e a dívida já soma mais de R$ 15 mil.
Ela justifica a escolha do local pela necessidade de atender bem as crianças e adolescentes que ali desenvolvem várias atividades de lazer.
A clientela é de baixa renda e, em geral, usa a associação quando está em deslocamento para atendimento médico e psicológico ou mesmo enquanto vão trabalhar.
“Nós temos médicos e psicólogos voluntários que atendem voluntariamente os nossos associados, mas precisamos diariamente ter alimentação para essas crianças e nem sempre isso é possível”, afirmou Maria, argumentando que as doações acabam sendo esporádicas enquanto o consumo diário de refeições é de no mínimo 20 só no almoço, fora as demais.
“As mães deixam aqui porque sabem que vamos dar um jeito, mas estamos no nosso limite”, disse ela, que já experimentou a sensação de despejo em outras épocas, sempre pelo mesmo motivo: falta de dinheiro para pagar o aluguel do espaço.
Para ela, que luta praticamente sozinha e por isso encontra dificuldades em organizar os papéis exigidos para se beneficiar de recursos estaduais e municipais, organizar a campanha e ir para as ruas não tem sido fácil.
“Conto com a ajuda e a boa vontade de poucos amigos, mas sem eles essas crianças e adolescentes estarão mais sozinhos e abandonados do que nunca”, desabafou.
Maria frisou a importância de se manter o trabalho da AAPNE. Muitas vezes as famílias que têm alguma criança ou adolescente com algum tipo de deficiência não sabem e não têm a quem recorrer.
O objetivo da AAPNE é auxiliar essas famílias e ajudar na evolução dos pacientes.
Doadores
Entre os principais doadores do FMDCA estão Petróleo Sabba, com doações direcionadas ao Lar Batista Janell Doyle, a Benchimol e Fogás, com doações ao Grupo de Apoio à Criança com Câncer (GACC) e Casa Vhida, a Petrobras, que doou para a Associação dos Pais e Amigos de Pessoas com Deficiência do Amazonas (Ademe) e a Moto Honda da Amazônia, para o Grupo de Apoio à Criança com Câncer (GACC).
Inscrição
Uma luz no fim do túnel poderá se acender com a formalização da inscrição da AAPNE no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), órgão vinculado à Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (Semasdh).
Só a partir dessa inscrição, a entidade poderá fazer convênios e receber ajuda da Prefeitura Municipal, informa o secretário municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (Semasdh), Sildomar Abtibol.
De acordo com ele, com essa regularização a entidade pode se habilitar a participar de convênios e projetos de doações promovidos por empresas que investem diretamente nas associações, como acontece com várias em Manaus.
Segundo Sildomar, só no ano passado, a Semasdh contabilizou a doação de R$ 856.934 para o Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (FMDCA) feita por 36 grandes empresas e também de pessoas físicas, algumas que não fazem questão de ser identificadas. Algumas doações são direcionadas a entidades sociais, mas a maioria vem por meio do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (FMDCA), que sensibiliza empresas e pessoas físicas a utilizar a renúncia fiscal do Imposto de Renda para destiná-la a instituições responsáveis pela assistência ao público infanto-juvenil.
Empenho
“Comecei a  me dedicar ao trabalho com os portadores  de necessidades especiais após o nascimento do meu filho (o nadador paraatleta) Jean Dias (que que nasceu prematuro e teve paralisia cerebral). Me especializei sobre o assunto. Essas pessoas precisam cada vez mais de atenção, e não podemos deixa-las sem o apoio no dia a dia”.

FAÇAM DOAÇÕES, NÃO IMPORTAM VALORES, MAS SIM O GESTO DE AMOR DE CADA PESSOA...
CONTATOS DA ASSOCIAÇÃO DE APOIO ÀS PESSOAS PORTADORAS DE NECESSIDADES ESPECIAIS
Rua 2, casa 41, Conjunto Beverly Hills – Entrando pela Av. Constantino Nery
Fone: 9984-2956 /3632-0440

 

Parlamento de Uganda adia debate sobre pena de morte para gays

Campanha pelos direitos do gays de Uganda
da BBC Brasil

O Parlamento de Uganda adiou nesta sexta-feira a decisão sobre uma nova lei que previa a pena de morte para alguns tipos de atos homossexuais e que havia sido condenada por líderes ocidentais e grupos de defesa dos direitos humanos.

O presidente do Parlamento, Edward Ssekandi, disse nesta sexta-feira que o tempo havia se esgotado para discutir o tema e que o projeto não voltaria aos debates durante esta legislatura, que acaba na próxima quarta-feira.

Apresentada em 2009, a lei ainda pode voltar à discussões quando tomarem posse os novos parlamentares, eleitos em fevereiro.

O projeto determina que pessoas consideradas culpadas de "homossexualidade agravada" - quando elas fizerem sexo com um menor de idade ou deficiente físico ou mental, ou quando o acusado for HIV-positivo - possam ser condenadas à morte. O mesmo valeria para pessoas acusadas de estuprar pessoas do mesmo sexo.

Além disso, ele prevê criminalizar o aluguel de propriedade a uma pessoa cujo homossexualismo seja conhecido e o ato de ajudar uma pessoa a realizar um ato homossexual. Pessoas que deixarem de denunciar homossexuais às autoridades também estariam sujeitas a processos.

No país africano, o homossexualismo já é crime, punido com multas e prisão. O que estava sendo proposto é um endurecimento da legislação, o que causou uma forte reação negativa em vários outros países.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, descreveu a proposta de "abominável".

O correspondente da BBC para o leste da África Will Ross afirma que, assim como em muitas partes do continente, a homossexualidade é ilegal em Uganda, que tem uma sociedade muito conservadora, na qual a homofobia é comum.

Uma petição online contra a lei, criada pela rede de ativistas Avaaz.org, ganhou 2 milhões de assinaturas - sendo mais de 1 milhão apenas na semana passada, quando aumentaram os temores de que o projeto seria aprovado.

A representante do grupo Human Rights Watch na África Central, Maria Burnett, diz que o assunto não está encerrado, e que ainda existe uma longa luta pela frente para impedir a nova legislação antigay em Uganda.

O deputado David Bahati, que apresentou o projeto de lei, disse à agência AFP que atingiu seu objetivo foi iniciar um debate. "Nós demos passos importantes em levantar a questão e isso vai continuar", afirmou.

Em janeiro, o ativista David Kato (foto), que liderou a campanha contra a lei, foi assassinado depois de processar um jornal que o chamou de homossexual. A polícia negou que a morte tenha sido ligado à sua opção sexual.

Três meses antes do assassinato de Kato, o jornal de Uganda Rolling Stone publicou as fotos de diversas pessoas consideradas gays, ao lado do título: "Enforque-as".
 
 
 

Escola substitui ensino religioso por ética; professora é transexual

A Escola Estadual de Ensino Fundamental Rio de Janeiro, de Porto Alegre (RS), substituiu o ensino religioso, que é facultativo, por aulas de ética, cidadania e arte ministradas pela transexual Marina Reidel (foto), 40.

Marina é professora concursada – não pode, portanto, sem demitida, a não ser por uma falta grave. Ela ingressou no magistério com o nome de Mario, conforme ainda consta em seus documentos.

A extinção do ensino religioso na escola não é recente e tem a ver, em parte, com a decisão de Marina de assumir a transexualidade.

Em 2006, o então Mário, que estava na Rio de Janeiro havia 3 anos, se afastou uns tempos das aulas para fazer uma plástica e assumir sua nova identidade, enquanto a direção da escola preparava os alunos para entender a transformação do professor em professora.
“Eles [os alunos] estavam com uma expectativa muito grande”, disse Marina.

Ela voltou às salas de aula com vestido e saltos altos. “Fui muito bem recebida”, afirmou. “Não tive nenhum problema com os estudantes nem com seus pais. Todos sabem que sou transexual e respeitam o meu trabalho".
Marina dá aulas para as turmas de 5ª a 8ª séries do ensino fundamental. Ela é também mestranda em educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Em novembro do ano passado, recebeu da Global Alliance for LGBT Education o prêmio nacional “Educando para a Diversidade Sexual”.

A professora  afirmou que a maioria dos seus colegas não discutem com os alunos a homofobia por acomodação ou falta de interesse.

“Eles [os professores] afirmam que o tema não tem relação com a disciplina deles”, disse. “Mas eles precisam entendem que se trata de algo que faz parte de nossa vida, está nos meios de comunicação, na internet. Bastaria que convidassem um especialista para levar a discussão aos estudantes.” 
 
Com informação do portal Terra. 

A ALE não realiza concurso público para provimento de cargos na instituição há 26 anos

MANAUS- A publicação do edital do concurso público da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM) segue indefinida. Segundo o presidente da Casa, deputado Ricardo Nicolau (PRP), a realização do certame para 132 vagas depende da revisão do edital pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), entidade organizadora do certame. A expectativa é para nomeação dos servidores até agosto deste ano.
Segundo ele, a comissão da Assembleia criada para monitorar a realização do concurso precisou ajustar as diretrizes do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) dos servidores. As mudanças no edital foram entregues para a entidade organizadora do concurso, mas a FGV atrasou o repasse do documento. A divulgação do edital estava prevista para a última sexta-feira (13). Nicolau afirmou que a previsão é lançar o edital ainda este mês.
“Assim que a FGV realizar as alterações, vamos publicar o edital imediatamente. Esperamos que o edital saia até o fim do mês. A FGV garantiu que consegue finalizar todo o processo em 90 dias”, disse Nicolau. Ele afirmou ainda que a quantidade de vagas disponibilizadas no concurso atende a reformulação do quadro de servidores em caráter emergencial.
“A necessidade atual é de 132 vagas, disponibilizamos outras 70 em cadastro de reserva. Pretendemos nomear os candidatos aprovados no cadastro de reserva gradualmente. É importante lembrar que as vagas são destinadas a estrutura do Poder, onde ainda predominava o provimento de cargos comissionados”, alegou.
O concurso oferece vagas de nível Superior e Médio, com salários que variam de R$ 1,8 mil e R$ 10 mil. O maior valor será pago a procuradores. O certame disponibiliza cargos nas áreas de análise de controle, consultoria técnica e análise do legislativo. Além do salário, todos os aprovados ainda receberão auxílio alimentação de R$ 900.
A Assembleia Legislativa do Amazonas não realiza concurso público para provimento de cargos na instituição há 26 anos. A comissão da ALE trabalha em conjunto com o Ministério Público do Estado (MPE) e Superintendência da Polícia Federal no Amazonas (PF/AM) para a fiscalização e aplicação das provas do certame.

Vanessa Brito - portalamazonia@redeamazonica.com.br


segunda-feira, 16 de maio de 2011

Senado adia votação do PLC 122/2006: a lâmina da guilhotina permanece suspensa

Edson Carlos de Oliveira
Ainda não foi desta vez que os senadores fizeram cair a lâmina da guilhotina suspensa sobre a cabeça de todos aqueles que, por dever de consciência ou mera retidão natural de espírito, são contrários à prática homossexual, sobretudo quando exibida despudoradamente em público.
Segundo notícia divulgada em 13 de maio no site do Senado, a votação do PLC 122/2006 estava prevista para ocorrer na manhã de quinta-feira (12/5/2011), na Comissão de Direitos Humanos (CDH) daquela Casa Legislativa, mas a relatora desse Projeto de Lei, Marta Suplicy (PT-SP), pediu para retirar a matéria de pauta, assustada “com a rejeição por parte de igrejas cristãs com relação ao projeto”.
Conhecido como “lei da homofobia” ou “lei da mordaça”, o PLC 122/06 visa coibir e penalizar manifestações contrárias à prática homossexuais em locais públicos eprivados.
A Senadora Marta Suplicy, numa tentativa de atenuar as reações de setores religiosos ao cerceamento da liberdade de expressão, disse em tom pretensamente conciliatório que “quando me colocaram que o problema não era a intolerância e o preconceito, e sim uma questão de liberdade de expressão dentro de templos e igrejas, aceitei. A liberdade está preservada”.
No dia 26 de março deste ano, em entrevista para o programa “Cidadania” da TV Senado, Marta Suplicy explicou melhor o alcance desse “recuo”: “Eu tenho também que proteger essa liberdade deles de poderem falar dentro de um templo”.
Bem entendido, circunscreve a liberdade apenas ao interior das igrejas, pois, como ela mesma precisou logo em seguida: “tomei o cuidado de que em mídia eletrônica não pode fazer isso”.
Portanto, não só os indivíduos, mas também rádios, TVs, blogs, sites, etc. todos estarão sob a censura da “Ditadura Homossexual”. Se aprovado esse Projeto de Lei você estará sujeito a pagar uma multa de R$ 10.000 reais e ainda poderá ser condenado a vários anos de prisão.
Fora das igrejas, só haverá liberdade para o silêncio cúmplice do pecado. Em outras palavras, você terá que aceitar uma babá, professor(a) ou empregado(a) homossexual, por exemplo.
A pessoa pode não ter culpa de ser portadora dessa tendência, mas é culpada caso se deixe arrastar por ela. Assim, o verdadeiro amor às pessoas que se entregam à prática homossexual é rezar por elas e fazer o que estiver ao nosso alcance para que deixem esse vício tão contrário à Lei de Deus e à própria Lei Natural.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Dep. Bolsonaro é agredido pela Senadora Heterofobica Marinor Brito


BRASÍLIA – A primeira tentativa da Comissão de Direitos Humanos do Senado de retomar o debate e a apreciação do projeto de lei da Câmara que criminaliza a homofobia acabou em barraco. Diante da mobilização feita pela bancada evangélica, tendo à frente os senadores Magno Malta (PR-ES), Marcelo Crivella (PRB-RJ) e alguns deputados como Anthony Garotinho (PR-RJ) e Jair Bolsonaro (PP-RJ), a senadora Marta Suplicy (PT-SP), relatora da matéria, preferiu tirar o assunto de pauta. Mesmo tendo incluído em seu parecer uma emenda que impediria o enquadramento de religiosos em crime por se posicionarem em relação aos homossexuais em templos e igrejas, o relatório da petista não surtiu o efeito esperado junto aos evangélicos, que consideram o texto inconstitucional. O clima pesado na sessão da CDH mostra como será difícil o Congresso Nacional avancar na aprovação de direitos em relação aos homossexuais, mesmo depois da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconheceu a união estável entre pessoas do mesmo sexo.
 
Nem mesmo o adiamento da discussão conseguiu acalmar os ânimos entre os defensores e críticos do projeto que criminaliza a homofobia. A senadora Marinor Brito (PSOL-PA) perdeu a paciência com o deputado Bolsonaro, quando o parlamentar exibia um panfleto acusando o governo de estimular o homossexualismo em escolas de primeiro grau, enquanto a relatora do projeto concedida uma entrevista à imprensa.
- Tira isso daqui! Respeita! – gritou Marinor, batendo no panfleto que estava na mão de um manifestante evangélico.
- Bata no meu (panfleto)! – provocou Bolsonaro.
- Eu bato! Vai me bater? Depois dizem que não tem homofóbico aqui! Homofóbico! Tu devias ir para a cadeia! Criminoso! Respeita! Isso está sendo feito com dinheiro público! Homofobia com dinheiro público! – retrucou Marinor aos berros, sob as vaias da claque que acompanhava Bolsonaro.
Surpresa com a reação da colega, a senadora Marta Suplicy pediu calma, mas como não foi atendida, acabou se afastando. A senadora Marinor foi retirada do local sob a escolta dos seguranças da Casa.
- Ela perdeu a razão. Eu não falei nada. Ela deu uma porrada em mim porque estava com um panfleto na mão divulgando uma cartilha do governo, que prega o homossexualismo nas escolas do primeiro grau. Material didático pornográfico nas escolas do primeiro grau, com filmetes e inserções em livros didáticos de todas as configurações de gays, lésbicas e transexuais para molecada, meninos e meninas a partir de seis anos de idade – tripudiou Bolsonaro, quando a senadora saiu de cena.
Em seguida, acrescentou:
- Ela agrediu! Ela bateu em mim. E eu sou homofóbico? Ela é heterofóbica. Não pode ver um heterossexual na frente dela que alopra! Já que está difícil ter macho por aí, eu estou me apresentando como macho e ela aloprou. Não pode ver um heterossexual na frente. Ela deu azar duas vezes: uma que sou casado e outra que ela não me interessa. É muito ruim, não me interessa – afirmou o parlamentar sob aplausos de sua claque.


Assine a Carta de Protesto ao Senado Federal contra a “Lei da Homofobia”

O PLC 122/2006, conhecido com “Lei da Homofobia”, foi desarquivado no início de fevereiro de 2011 pela senadora Marta Suplicy, com a ajuda anônima de 26 senadores.Os senadores não quiseram se identificar porque estão cientes da impopularidade de tal Projeto de Lei, que instala uma verdadeira perseguição religiosa, e coloca num mesmo patamar os direitos dos idosos, crianças e deficientes, e a prática homossexual, que é um vício contrário à Lei de Deus.
Não podemos aceitar que imputem a nós, cristãos, a categoria de discriminatórios, apenas porque obedecemos os Mandamentos. Não podem nos colocar na cadeia por seguirmos nossa consciência.
Precisamos reagir o quanto antes contra este Projeto de lei.
O Brasil cristão é contra o PLC 122/2006.
Envie agora a carta abaixo para os senadores e demais secretarias responsáveis, pedindo medidas para que o PLC 122/2006 não seja aprovado.
Preencha seus dados para validar sua assinatura

http://www.ipco.org.br/home/assine-a-carta-de-protesto-ao-senado-federal-contra-a-lei-da-homofobia?origem=8

quinta-feira, 12 de maio de 2011

FLAMENGO DERROTADO PELO CEARÁ!!!!

Sem perder nesta temporada , o Flamengo sentiu o gosto amargo da derrota pela primeira vez nesta quinta-feira. Com uma atuação eficiente, o Ceará bateu o time rubro-negro por 2 a 1, no Engenhão, e conquistou uma boa vantagem na busca por uma vaga nas semifinais da Copa do Brasil. Geraldo e Marcelo Nicácio marcaram para o Vozão. Wanderley diminuiu para o Rubro-Negro. O placar põe fim a uma série invicta de 26 jogos da equipe da Gávea (25 partidas neste ano e uma na temporada passada). Foi a vitória da "Carroça Desembestada", apelido dado ao time alvinegro pela boa campanha na temporada, sobre o Bonde do Mengão sem Freio, como o Rubro-Negro vinha sendo chamado.

O jogo também marcou o fim da lua de mel da torcida rubro-negra com Ronaldinho. O meia foi vaiado várias vezes, assim que a bola chegava a seus pés. Vanderlei Luxemburgo também foi chamado de burro durante o jogo. Ao final da partida, muitas vaias para todo o time rubro-negro.

Com o resultado, o Ceará joga pelo empate no duelo de volta, na próxima quarta-feira, em Fortaleza. E poderá até perder por 1 a 0. O Rubro-Negro precisa vencer por dois gols de diferença, ou pela vantagem mínima, desde que marque três ou mais gols (3 a 2, por exemplo). Porém, antes do duelo decisivo pela Copa do Brasil, o Ceará faz, neste domingo, a final do segundo turno do Cearense, contra o Guarani de Juazeiro. Como ganhou o primeiro turno, o Vozão fica com o título caso vença esse duelo, à exemplo do que aconteceu com o Fla no Carioca.






Governo Vai Distribuir Cartilha Gay Em Todas As Escolas Públicas Do Brasil, Com Historinha Em Que Menino Olha Outro Mijando No Banheiro E Se Apaixona.

Fonte: blogdotony.com.br


Governo Vai Distribuir Cartilha Gay Em Todas As Escolas Públicas Do Brasil, Com Historinha Em Que Menino Olha Outro Mijando No Banheiro E Se Apaixona. Ao Deputado Jair Bolsonaro, com quem na maioria das vezes não concordo, sou obrigado a dar a mão à palmatória. Se eu pegar esse livro com meu filho vou queimar e tacar a mão em professor e diretor que quiserem impor essa pouca vergonha. Se quiserem ser bichas e dar o rabo façam vocês nos seus puteiros, não queiram impor isso aos outros. E depois querem proibir livro de Monteiro Lobato. Calhordas.