quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Juiz manda voltar à delegacia inquérito sobre agressões na Paulista

Promotor solicitou que gravações sejam anexadas ao inquérito.
Além disso, pediu os laudos dos exames feitos pelo IML com os agredidos.

Marcelo Mora e Kleber Tomaz
Do G1 SP
Estudante foi agredido com duas lâmpadas fluorescentes
Estudante agredido com lâmpadas fluorescentes
em 14 novembro na Avenida Paulista
(Foto: Letícia Macedo/G1)
Enquanto os quatro adolescentes suspeitos de envolvimento em agressões a pedestres na região da Avenida Paulista seguem internados na Fundação Casa (ex-Febem), Jonathan Lauton Domingues, de 19 anos, também suspeito de participar dos mesmo ataques, continuará em liberdade. O juiz Daniel Luiz Maia Santos, da 1ª Vara Criminal da Barra Funda, na Zona Norte de São Paulo, decidiu nesta quarta-feira (1º), remeter de volta o inquérito sobre o caso, sem analisar o pedido de prisão preventiva do rapaz maior de idade, para o 5º DP, na Aclimação, região central. O juiz acatou requerimento do promotor Roberto Bacal.
O representante do Ministério Público solicita que sejam anexadas ao inquérito as imagens das gravações feitas por circuitos de segurança de prédios próximos de onde ocorreram as agressões, além dos laudos do Instituto Médico Legal (IML) com as vítimas dos ataques, que aconteceram no último dia 14 de novembro. O objetivo, segundo o promotor, "é esclarecer todas as circunstâncias delitivas", inclusive para que o pedido de prisão preventiva por tentativa de homicídio seja analisado.
O delegado José Matallo Neto, titular do 5º DP, disse ao G1 que terá de aguardar que o IML envie os laudos dos exames para poder anexá-los ao inquérito e, assim, remetê-lo de volta à Justiça. Por isso, não há uma previsão de quando o pedido de prisão preventiva de Jonathan venha a ser analisado. "Nós não recebemos ainda o resultado destes examos. Vamos ter de aguardar. E as imagens vão ter de ser degravadas, quadro a quadro, pelos peritos para também serem juntadas aos autos", disse Matallo Neto.
Júri popular
Jonathan poderá ser levado a júri popular, informou nesta quarta-feira a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça. Para ir a júri, entretanto, é preciso que o Ministério Público ofereça denúncia e que a Justiça a acolha. O maior foi indiciado por tentativa de homicídio e formação de quadrilha e, por enquanto, está em liberdade.
Os quatro menores suspeitos de participar dos ataques também foram responsabilizados na conclusão do inquérito feito pelo 5º Distrito Policial, na Aclimação, e já estão internados provisoriamente na Fundação Casa, após determinação da Justiça da Vara da Infância e Juventude na terça-feira (23).
Apesar disso, a Polícia Civil também pediu a prisão preventiva de Jonathan na última sexta-feira (26). Mas por se tratar de um caso envolvendo tentativa de crime contra a vida, o juiz Eduardo Pereira Santos Júnior, do Departamento de Inquéritos Policiais do TJ-SP, acolheu na segunda-feira (29) o pedido do Ministério Público e “encaminhou os autos do inquérito policial de Jonathan Lauton Domingues a uma das varas do Júri”, segundo nota divulgada no site do tribunal na noite de terça-feira (30).
Ainda segundo a informação do tribunal, em sua decisão, o juiz “determinou a remessa dos autos, sem se manifestar sobre o mérito da causa, e consignou que não poderia apreciar a representação do delegado de polícia pela prisão preventiva, uma vez que o Ministério Público entendeu se tratar de homicídio tentado e não ofereceu denúncia contra o acusado”.
De acordo com o TJ-SP, ainda não há previsão para quando será analisado o pedido de prisão e quando a Promotoria irá se manifestar se oferecerá denúncia ou não contra Jonathan. No campo das hipóteses, o maior só será levado a julgamento se o Ministério Público denunciá-lo e a Justiça acolher esse pedido. Nesse caso, o juiz marcará uma data para o júri, que será composto por sete jurados escolhidos entre pessoas da sociedade. Eles que irão decidir se o jovem deverá ser absvolvido ou culpado das acusações.
Uma testemunha ouvida pela investigação do 5º DP chegou a relatar que foi segura pelo maior enquanto os outros menores do grupo o batiam sem motivo aparente. Os delegados José Matallo Neto e Renato Felisoni também apuram se a motivação do crime foi homofobia – as vítimas teriam sido confundidas com gays.
Segundo inquérito
Um segundo inquérito da polícia apura a acusação de roubo contra um lavador de carros que teria sido praticada pelo mesmo grupo.

Uma audiência com o juiz da Vara da Infância e Juventude marcada para 9 de dezembro deve decidir se os menores serão absolvidos ou continuarão internados. O tempo máximo que eles poderão ficar, no caso de uma sentença condenatória, são três anos.
Imagens gravadas pelo sistema de monitoramento de câmeras dos prédios da Avenida Paulista mostram um jovem desferir golpes com lâmpadas fluorescentes numa vítima. Esse agressor teria 16 anos. Os outros três menores suspeitos têm idades entre 16 e 17.
Outro lado
Procurada pelo G1 nesta quarta para comentar o assunto, a defesa de Jonathan informou que soube da decisão do juiz e que se manifestará oportunamente.
 

Tiririca é absolvido pela Justiça Eleitoral em SP

Juiz considerou que deputado federal eleito não é 'analfabeto absoluto'.
Ação investigava suposta declaração de escolaridade falsa.

Do G1 SP
tiririca
Tiririca foi absolvido pela Justiça Eleitoral de São
Paulo (Foto: Roney Domingos/ G1)
O juiz da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, Aloísio Sérgio Rezende Silveira, absolveu nesta quarta-feira (1º) o deputado federal eleito Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca, na ação penal que apurava se ele teria inserido declaração falsa, afirmando saber ler e escrever, entregue no pedido de registro de candidatura para as eleições 2010.

Tiririca teve mais de 1,3 milhão de votos na eleições do dia 3 de outubro, sendo o deputado federal mais bem votado do país.

Silveira entendeu que basta o conhecimento rudimentar da leitura e da escrita para se afastar a condição de analfabeto. "A Justiça Eleitoral tem considerado inelegíveis apenas os analfabetos absolutos, e não os funcionais", considerou o juiz.

O juiz afirma na sentença que Tiririca não é um analfabeto absoluto e portanto tem todas as condições de exercer seus direitos políticos.

"O acusado submeteu-se por duas vezes ao exercício da leitura, seguido de compreensão de texto, a afastar qualquer dúvida quanto a não ser um analfabeto absoluto, pelo menos para fins de exercício de seus direitos políticos", diz o juiz na sentença.
De acordo com o juiz, "do conteúdo probatório trazido pela defesa e complementado pelo ditado simples, seguido de leitura e compreensão de texto, impõe-se a sua absolvição sumária quanto ao fato imputado no aditamento da denúncia, com fundamento no disposto no artigo 397, III do CPP (que o fato narrado evidentemente não constitui crime), tornando irrelevante a investigação sobre quem, como ou em que circunstâncias a declaração que continha a afirmação de que saber ler e escrever foi produzida".

CFESS apoia o movimento virtual “24h de combate à homofobia”

Mobilização ocorrerá neste sábado, 18 de setembro, em Brasília


Reafirmar o projeto ético-político profissional e os compromissos dos/as assistentes sociais na defesa dos direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros (LGBT)  é uma das frentes de atuação do CFESS. Nesse sentido, o Conselho Federal apóia e divulga o movimento 24h sem homofobia, que tem como objetivo chamar a atenção para a tomada de consciência a respeito das ações que estão sendo realizadas ou não, em relação aos direitos LGBT no Congresso Nacional.

"Tem como objetivo também mobilizar seguimentos, organizações e a população em geral, para que pautem o assunto em suas casas, locais de trabalho e demais espaços de convivência – dos bares às igrejas – multiplicando informações sobre a temática, de forma a sensibilizar a sociedade", diz a nota disponível no site do movimento.

A ideia da campanha é que, durante 24 horas, do dia 18 para o dia 19 de setembro de 2010, as pessoas disponibilizem seu tempo para a realização de ações para socializar o tema com a população. Uma das sugestões da campanha é instigar que as eleitoras e eleitores realizem uma pesquisa sobre as candidatas e os candidatos de seu município, buscando se informar sobre quem defende, de forma comprometida e declarada, a cidadania LGBT", informa a nota dos organizadores.

O CFESS, em mais uma iniciativa de apoio e fortalecimento dos Direitos Humanos, está firme na luta pelos direitos LGBT e, por isso, se une ao Movimento. "A liberdade de orientação e expressão sexual e a identidade de gênero são dimensões da diversidade humana e, portanto, integram a agenda de luta do Serviço Social brasileiro. O trabalho do CFESS sempre esteve orientado na perspectiva da defesa intransigente dos direitos humanos, articulado à critica à sociabilidade capitalista, que promove formas de reprodução da opressão, dentre muitas outras, por orientação sexual. Continuaremos lutando para que a população LGBT seja respeitada e tenha seus direitos fortalecidos", defende a conselheira do CFESS Silvana Mara de Morais., coordenadora da Comissão de Ética e Direitos Humanos do Conselho Federal.

Desde 2006, quando o Conjunto CFESS-CRESS lançou a campanha pela liberdade de orientação e expressão sexual, em parceria com as entidades políticas LGBT, e publicou a Resolução 489/2006, "que estabelece normas vedando condutas discriminatórias ou preconceituosas, por orientação e expressão sexual por pessoas do mesmo sexo, no exercício profissional do assistente social", o CFESS tem acompanhado as demandas desses sujeitos coletivos e apoiado ações que contribuam para superar preconceitos e violações de direitos.

Em 2010, o Conselho Federal, além de adotar o manual de comunicação LGBT, participou da Marcha Nacional Contra a Homofobia em Brasília e da Parada LGBT de Florianópolis (SC). Alem disso, divulgou um Manifesto em comemoração ao dia nacional da Visibilidade Lésbica e ao dia internacional do Orgulho LGBT. Em agosto, o CFESS recebeu o Prêmio de Direitos Humanos e Cidadania LGBT, entregue pelo Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual de Minas Gerais (CELLOS-MG).

A origem da CampanhaA Campanha 24h de Combate à Homofobia é um movimento virtual que nasceu incentivado pelos avanços nas legislações da Argentina e Uruguai e pelos recentes casos de homofobias, que fazem do Brasil o campeão do mundo em crimes de homofóbicos.

Em Brasília, no dia 18 de setembro, na FUNARTE, será realizada uma manifestação cultural e política que marcará o lançamento oficial da Campanha, com manifestações culturais diversas e bate‐papo com representantes do governo, de organismos internacionais, da sociedade civil e candidatos. O evento contará com a participação de Angélica Ivo e Marco José Duarte, mãe e primo do jovem Alexandre Ivo, que recentemente se tornou mais uma vítima dos crimes de ódio, motivado pela homofobia, ao ser espancado e morto em São Gonçalo, RJ. Contará também com a presença da atriz Liliana Castro, a "Filomena", da novela "Ribeirão do Tempo" e do ator global Gilvan Oliveira, "Madrugadinha", de Tempos Modenos, além de artistas de Brasília.
As apresentações musicais ficarão a cargo das bandas Hotel Onda, Watson e Sacassaia. Os debates, que serão disponibilizados em tempo real, através do site www.24horasecombateahomofobia.com.br, terão como temas: "Homofobias: Direitos Humanos e Políticas Públicas", "Homofobias em suas Especificidades" e "Propostas de governo voltadas para a Cidadania LGBT".

Veja mais sobre a Campanha em www.24horasdecombateahomofobia.com.br

E leia também:
CFESS Manifesta Dia da Visibilidade Lésbica
CFESS Manifesta Dia Internacional do Orgulho LGBT

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Vem aí o XII Encontro Nacional de Pesquisadores em Serviço Social

Evento ocorrerá no Rio de Janeiro, em dezembro. Inscrições estão abertas!


Com o tema Crise do Capital e Produção do Conhecimento na Realidade Brasileira: pesquisa para quê, para quem e como?, o XII Encontro Nacional de Pesquisadores em Serviço Social (ENPESS) será realizado no Rio de Janeiro (RJ), de 6 a 10 de dezembro de 2010, na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). E com uma novidade: representando o debate acumulado e a experiência adquirida nos últimos eventos máximos da pesquisa em serviço social, o Encontro vai inaugurar um novo contexto da pesquisa na área, com a consolidação da estratégia dos Grupos Temáticos de Pesquisa (GTPs).

Segundo a presidente da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS) e integrante da comissão organizadora Elaine Behring, o ENPESS 2010 será um dos maiores dos últimos anos, já que foram enviados 1720 trabalhos e inscritas 35 mesas coordenadas. "Por outro lado, a novidade dos GTPs já está mobilizando os pesquisadores da área. O Encontro vai incrementar e coletivizar a agenda da pesquisa, além de discutir outros temas relacionados à graduação e pós-graduação e a sucessão da ABEPSS em sua Assembléia bi-anual", destaca Behring.

As inscrições estão abertas e podem ser feitas até o dia do evento, por meio do site da ABEPSS (www.abepss.org.br/enpess2010). O pagamento da taxa de inscrição poderá ser feito via boleto bancário ou depósito. Clique aqui para consultar os valores.

O tema deste ano tem como objetivo discutir os impactos da crise contemporânea do capital na produção do conhecimento, em um país marcado pela constituição de uma universidade heterônoma, ou seja, que historicamente reforçou as relações de dependência, no contexto de desenvolvimento desigual e combinado da economia capitalista.

O XII ENPESS terá conferências, Colóquios – dos GTPs, Graduação, Pós-Graduação, Residência em Saúde – mesas coordenadas, sessões de comunicação oral e de apresentação de pôster. Os eixos articuladores do Encontro são os mesmos dos Grupos Temáticos de Pesquisa, ou seja:

1. Trabalho, Questão Social e Serviço Social
2. Política Social e Serviço Social
3. Serviço Social: Fundamentos, Formação e Trabalho Profissional
4. Movimentos Sociais e Serviço Social
5. Questões Agrária, Urbana, Ambiental e Serviço Social
6. Classe Social, Gênero, Raça/Etnia, Geração, Diversidade Sexual e Serviço Social
7. Ética, Direitos e Serviço Social

Durante o evento, serão homenageados os Cem Anos de Noel Rosa, já que a UERJ se localiza em Vila Isabel, berço do samba e de Noel, que representa a resistência irreverente. Será homenageada também a Professora Nobuco Kameyama, que expressa a resistência nas suas escolhas teóricas, políticas, com grande contribuição para a formação de pesquisadores, para a história da ABEPSS e a organização da pesquisa no Serviço Social brasileiro.


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CFESS protocola Petição contra ADIN 4468 no Supremo Tribunal Federal

Documento questiona argumentos da CNS e reafirma legitimidade da lei 12.317/10


Na quarta feira, dia 3 de novembro, a presidente do CFESS, Ivanete Boschetti, e a assessora Jurídica, Sylvia Helena Terra, estiveram reunidas com o Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello, relator do processo da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) n.º 4468, impetrada pela Confederação Nacional de Saúde (CNS) contra a Lei n.º 12.317/2010, que garantiu a jornada semanal de 30h semanais sem redução salarial para assistentes sociais.
Além de apresentar ao relator a posição do Conjunto CFESS/CRESS em defesa da Constitucionalidade da Lei n.º 12.317/2010, o objetivo da visita foi protocolar uma petição elaborada pela assessora jurídica Sylvia Helena Terra no STF, contestando a ADIN n.º 4468. Contudo, devido à burocracia do Supremo Tribunal Federal, o protocolo só pôde ser efetivado na sexta-feira, 5 de novembro. Na qualidade de Amicus Curiae, o CFESS requereu a intervenção no processo, para defender e reafirmar a legalidade e legitimidade da Lei.
O amicus curiae é a figura do campo do Direito que pode ser entendida como "um especial terceiro interessado que, por iniciativa própria ou por determinação judicial, intervém em processo pendente, com vistas a tornar o debate judicial plural e democrático, acerca das mais diversas questões jurídicas, portanto, legitimando e pluralizando as decisões tomadas pelo Poder Judiciário, em especial, como no caso vertente, quando o tema em pauta diz respeito à constitucionalidade de uma lei de absoluta e inquestionável relevância para os avanços da legislação infraconstitucional e para a sociedade", conforme definido na petição.
Tem também a função de servir como fonte de conhecimento em assuntos inéditos, difíceis ou controversos, pois permite a ampliação da discussão antes da decisão judicial final. A função histórica do amicus curiae, agora representada pelo CFESS, é chamar a atenção para fatos ou circunstâncias que merecem destaque no andamento da ação.
Segundo a presidente do CFESS, Ivanete Boschetti, a ADIN é uma inequívoca e violenta reação das forças do capital empresarial que começam a reagir contra as conquistas garantidas de forma legítima e democrática pelos/as assistentes sociais. "Depois de 3 anos de lutas no legislativo, no momento de tramitação do PL, depois de lotar as galerias do Senado e fazer um ato público com mais de 3000 pessoas e depois de articular a sanção presidencial ao PL, agora os/as assistentes sociais ainda precisam lutar para fazer com que as instituições cumpram a Lei e para provar no Poder Judiciário que uma Lei aprovada pelos Poderes Legislativo e Executivo é constitucional. Isso é um desrespeito e uma afronta ao Estado Democrático de Direito". Ivanete também  reafirma que o Conjunto CFESS/CRESS seguirá "atento e forte" na defesa dos direitos dos trabalhadores/as e na melhoria de suas condições de trabalho.

AçãoDito isso, é importante entender a ação. A CNS, entidade que representa nacionalmente os interesses econômicos das empresas prestadoras de serviços de saúde, portanto patronais, solicita a declaração de inconstitucionalidade da lei n.º 12.317/2010, bem como a suspensão liminar dos dispositivos impugnados, por considerá-los incompatíveis com a sistemática constitucional dos direitos sociais e econômicos, fatores institucionais constitutivos da democracia brasileira e do modelo de Estado adotado pela Constituição de 1988.
A entidade alega que "carecem de legitimidade os fundamentos utilizados pelo legislador para edição da lei federal nº 12.317/2010". A petição apresentada pelo CFESS entende que "a referida ADI ataca parte da lei do Serviço Social, o que impõe ao Conselho Federal de Serviço Social a contraposição, por todos os meios legais e legítimos, a essa investida da Confederação que atua no sentido contrário à defesa das conquistas dos trabalhadores".
O Conselho Federal, na qualidade de entidade dotada de personalidade jurídica de direito público, defende os interesses da sociedade e dos usuários dos serviços sociais. A presidente do CFESS reforça a importância e a legalidade da lei n.º 12.317/2010. "A confirmação da constitucionalidade dessa lei contribuirá para que os serviços realizados pelos/as assistentes sociais sejam prestados com absoluta qualidade e competência, uma vez que a diminuição da jornada possibilitará melhores condições de trabalho, evitando a fadiga e o estresse, permitindo, inclusive, o aperfeiçoamento profissional", destaca Ivanete.
O texto da petição cita exemplos de profissões que já possuem jornada de trabalho reduzida por regulamentação legal, bem como ressalta que a jornada de trabalho diferenciada do/a assistente social excepciona a regra geral constitucional e se justifica porque visa a proteger a integridade física e mental desse/a trabalhador/a, em virtude da atividade específica que desenvolve. Por fim, explana sobre as diversas instituições, públicas e privadas, que já implementaram a nova legislação em seus quadros, beneficiando milhares de profissionais e solicita a realização de sustentação oral na sessão de julgamento da questão.

Conheça a petição apresentada pelo CFESS
Leia também:
Conjunto CFESS/CRESS contesta a ADIN da CNS e solta nota em defesa das 30 horas
Nota do Conjunto CFESS/CRESS contra a ADIN 4468


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Curso de Especialização lato sensu do CFESS e ABEPSS chega ao fim neste mês

Oferecido em parceria com a UnB, será concluído por 764 profissionais

Capa do livro utilizado no Curso de Especialização
Atendendo a clamores da categoria, que desejava um curso de pós-graduação que refletisse e aprofundasse o debate sobre a atuação profissional do/a assistente social, o CFESS e a ABEPSS deram início, em abril de 2009, ao segundo Curso de Especialização a Distância, promovido em parceria com ao CEAD/UnB. O primeiro curso sobre Política Social ocorreu em 1999/2000. Esta segunda edição, com o tema Serviço Social: Direitos Sociais e Competências Profissionais chega ao fim neste mês, em todo o Brasil.
Para a presidente do CFESS Ivanete Boschetti, a conclusão da Especialização mostra que as entidades – CFESS e ABEPSS – acertaram na oferta do curso, voltado para as competências profissionais. Segundo ela, a modalidade de oferta à distância revela um paradoxo e uma contradição. "Se, por um lado, possibilitou atingir um elevado número de profissionais atuantes nos mais distantes recantos do país, por outro foram inúmeras dificuldades, que foram sendo enfrentadas coletivamente pela coordenação, docentes, tutores e alunos", afirma. Para Ivanete, a experiência foi válida e os profissionais se dedicaram intensamente para dar conta das atividades e avaliações das disciplinas, bem como da elaboração e defesa presencial da monografia diante de uma banca constituída por assistentes sociais mestres e doutores. "Os textos, elaborados exclusivamente para o curso são de excelente qualidade e provocaram reflexões e debates fundamentais para a qualificação teórica, ética, técnica e política dos profissionais", destaca.    
A presidente da ABEPSS, Elaine Rossetti Behring, ressalta que a realização desse curso foi um grande desafio, mas com resultados inequívocos para os/as assistentes sociais que participaram do processo, especialmente os que chegaram ao final, defendendo a monografia. "Muitos alunos estão agora preparados para retomar estudos de pós-graduação mais densos e temos informação de que vários resultados parciais serão apresentados no XII ENPESS. Um balanço mais consistente e elaborado, inclusive com a participação dos alunos, tutores e demais membros da coordenação e das entidades ainda está por ser realizado e o faremos em breve, mas o impacto do curso extrapola em muito os limites da plataforma, considerando que o material produzido é hoje referência nos cursos de serviço social do país e muitos assistentes sociais puderam se reciclar e reorientar seus projetos de trabalho", conclui.


Estudante assina ata da defesa da monografia. À direita, professora Lúcia Lopes (foto: acervo pessoal)
Segundo a assistente social da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania do Distrito Federal (SEJUS) Cecília Leite, a experiência de concluir o concurso foi rica. "São poucas as especializações que tratam do Serviço Social em si, por isso a minha satisfação. Com professores qualificados e comprometidos, pude ter contato com novas experiências e materiais elaborados por autores de referência de nossa área", resume.

Denise Suchara, assistente social do Centro de Atendimento Juvenil Especializado (CAJE-DF), foi convidada para participar de uma banca de avaliação de trabalho de conclusão de curso (TCC). "Surpreendeu-me o grau de exigência do curso e, principalmente, a maneira positiva como os alunos vêm respondendo à Especialização. Vi na monografia que avaliei, por exemplo, consistência e fundamentação teórica crítica que atendem ao projeto ético político-profissional que defendemos e fortalecem as assistentes sociais em sua atuação", opina.
Com alunos em todos os estados do país, o Curso, oferecido a distância sob a plataforma moodle, contou com 33 professores tutores e 82 orientadores. Além disso, foi elaborado de modo a incluir três encontros presenciais: a aula inaugural, a avaliação presencial e a defesa de monografia.
A professora Lúcia Lopes, orientadora do curso, o considera mais um exemplo da dedicação das diretorias das entidades nacionais representativas da categoria (CFESS e ABEPSS) com o aperfeiçoamento profissional, na perspectiva do compromisso com os cidadãos usuários das políticas sociais e das atividades sob competência e atribuição do/a assistente social. Para ela, os pontos positivos foram muitos. "Temos quase mil profissionais tornando-se especialistas em Serviço Social, promovemos o incentivo à pesquisa e à produção do conhecimento no âmbito da categoria, o aprofundamento de temas com os quais o/a assistente social lida cotidianamente e o incentivo ao diálogo no processo de construção, troca  e  disseminação do conhecimento", conclui.


Julyana Ananda defende sua monografia para a banca composta pelo professor Renato dos Santos Paula e pela assistente social Denise Suchara (foto: Rafael Werkema)
Já o professor Renato dos Santos Paula, também orientador do curso, destaca a carência de cursos com essa temática e reforça o caráter inovador da especialização. "O curso traz conhecimentos novos, ao mesmo tempo em que nos possibilita avançarmos criticamente no uso dessa ferramenta, que é a plataforma moodle. Além disso, refletir sobre o trabalho da própria categoria é um desejo dos próprios assistentes sociais em cursos de especialização", afirmou.
Para Julyana Ananda, assistente social do Centro de Internação de Adolescentes de Planaltina (CIAP), foi bastante válida a experiência que a Especialização lhe proporcionou. "Foi interessante tanto pela capacitação que o curso ofereceu quanto pela oportunidade de retomar alguns debates da academia e trazê-los para o cotidiano profissional", observou.
Relembre:
Tutores participaram de capacitação no CFESS e na UnB


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Tribunal de Justiça de São Paulo, Governos do Pará e de Rondônia decretam as 30 horas


Conquistas provam que a Lei n.º 12.317/10 vale para todos e não se restringe a celetistas


Reconhecendo a validade da Lei n.º 12.317/10 para os servidores de seu quadro, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, o Governo do Estado do Pará e o Governo do Estado de Rondônia regulamentaram as 30 horas semanais sem redução salarial para os/as assistentes sociais.
Provando que os trabalhadores que atuam sob o regime estatutário também têm direito à regulamentação estabelecida pela referida lei, o Tribunal de Justiça de SP normatizou as 30 horas para assistentes sociais por meio do Provimento CSM n.º 1824/2010. No texto, o Tribunal coloca, de forma clara, que "a jornada de trabalho dos servidores no cargo efetivo ou na função atividade de Assistente Social Judiciário, com início de exercício até 26 de agosto de 2010, fica reduzida para 30 (trinta) horas semanais, sem redução de salário".
É importante destacar que a Lei n.º 8.112/90, que trata do regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias, inclusive as em regime especial, e das fundações públicas federais e que traz a definição de "servidor público" é que rege os profissionais do referido Tribunal, o que prova sua aplicabilidade imediata a todo e qualquer trabalhador, independente de ser estatutário ou celetista.
Segundo a presidente da Associação dos Assistentes Sociais e Psicólogos do TJ-SP (AASPTJ-SP), Elisabete Borgianni,  o provimento tem mais força do que uma simples resolução. "Como tal, o provimento constará das Normas de Serviço da Corregedoria-Geral da Justiça e beneficiará os mil assistentes sociais que trabalham no Poder Judiciário do Estado de São Paulo, além de ser, a partir de agora, uma referência para todos os órgãos públicos do estado, uma vez que exarado pelo poder que julga todas as ações judiciais em São Paulo", comemora.
Vale ressaltar ainda que os Governadores do Pará e de Rondônia também decretaram as 30 horas para os/as assistentes sociais servidores públicos de seu estado. Além disso, a Petrobras, o Ministério das Cidades e grandes Universidades como a de Brasília (UnB), a de São Paulo (USP), do Rio Grande do Norte (UFRN) e de Pernambuco (UFPE), entre outras, também estão cumprindo a lei.

Baixe e divulgue o material de campanha pela implementação das 30 horas para assistentes sociais sem redução salarial! As instituições devem respeitar e fazer valer este direito da categoria!
Adesivo 9x9cm
Cartaz A4 (21x29,7cm)
Cartaz 40x60cm
E acompanhe:
Observatório das 30 horas e as instituições que já implementaram a lei em todo o Brasil

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CFESS Manifesta: Dia Nacional da Consciência Negra

Documento reforça a importância da questão racial na agenda do Serviço Social

Arte: (Rafael Werkema)

No ritmo da música de O Rappa, "Todo camburão tem um pouco de navio negreiro", o CFESS divulga o manifesto em comemoração ao Dia Nacional da Consciência Negra, celebrado neste 20 de novembro. Mais do que um momento de valorizar e dar visibilidade à cultura negra, esta data deve ser dedicada ao combate ao racismo em todas as suas expressões e manifestações; deve marcar a luta pela igualdade real na vida cotidiana e da diversidade humana.

Esta edição do CFESS Manifesta vem em um formato um pouco diferente do habitual: além do texto com o posicionamento político do Conselho Federal, traz uma entrevista com a assistente social Magali da Silva Almeida, professora da Faculdade de Serviço Social e coordenadora do Programa de Estudos e Debates dos Povos Africanos e Afro-americanos (Proafro) da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Desde 2008, ela é a representante do CFESS na Comissão Intersetorial de Saúde da População Negra (CISPN) do Conselho Nacional de Saúde (CNS).

Na entrevista, Magali reforça a importância de a questão racial estar na agenda permanente do Serviço Social e ressalta que as políticas de combate às inequidades e de promoção de igualdade, como as políticas de ações afirmativas, são direitos conquistados e espaço de atuação profissional do/a assistente social.

O documento aborda ainda as polêmicas acerca do Estatuto da Igualdade Racial, o debate sobre cotas raciais nas universidades e a questão da saúde da população negra.

Como diria Paulinho Camafeu (Ilê Ayê), interpretado por O Rappa: "Que bloco é esse? Eu quero saber. É o mundo negro que viemos mostrar pra você (pra você)".

Leia o CFESS Manifesta do Dia Nacional da Consciência Negra

E mais

Veja o Estatuto da Igualdade Racial na íntegra

Confira como foi o debate sobre o tema no 39º Encontro Nacional CFESS-CRESS

Leia o CFESS Manifesta da 11ª Conferência Nacional de Direitos Humanos

Conheça o site portal da igualdade, da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial

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PL DOS ASSISTENTES SOCIAIS SUAS é aprovado por unanimidade na Câmara

Projeto de lei é votado pelos deputados da CCJC e seguirá para o Senado


A mobilização da categoria e de outros parceiros dessa luta venceu mais uma batalha: o projeto de lei 3.077/2008, conhecido como PL SUAS, teve o parecer aprovado por unanimidade na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados na última terça-feira, 16 de novembro. Conforme já havia sido divulgado no site do CFESS, o relator do projeto, deputado José Genoíno (SP), apresentou o parecer favorável e faltava apenas a votação na Comissão.
Agora, de acordo com o regimento da Câmara, será preciso aguardar as próximas cinco sessões ordinárias do plenário para que ele siga para tramitação no Senado Federal.

Para a conselheira do CFESS Marinete Moreira, a aprovação do PL SUAS na Câmara representa uma vitória que deve ser comemorada por todas/os que defendem a assistência social e a seguridade social como direitos sociais e dever do Estado. "O Sistema Único de Assistência Social – SUAS - representa um mecanismo fundamental no fortalecimento da Política de Assistência Social e a sua incorporação na Lei Orgânica de Assistência Social significa uma importante conquista nesta direção. Registramos, no entanto, a necessidade de continuarmos na luta pela aprovação do PL no Senado e intensificarmos ações que tenham como direção a  ampliação de direitos", ressalta.

A conselheira registrou ainda que não foi contemplada, na aprovação do PL na Câmara, por exemplo, a ampliação da renda per capita dos membros da família da pessoa com deficiência e da pessoa idosa, que busca o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Tal dispositivo foi  aprovado na Comissão de Seguridade Social e Família  e, posteriormente, retirado na Comissão de Finanças e Tributação, com o argumento da inviabilidade financeira. "Precisamos intensificar o debate sobre  o orçamento da seguridade social, lutando pela manutenção do orçamento específico, ameaçado pela PEC 233, desmistificando a discussão sobre o déficit e lutando pelo fim da Desvinculação da Receita da União (DRU), que permite a utilização de 20% do orçamento para outras despesas. Essas são bandeiras históricas do Conjunto CFESS/CRESS e de segmentos da sociedade, que continuam presentes na ordem do dia e que exigem mobilização constante", reforça Marinete.

O referido Projeto de Lei constitui mais uma bandeira de luta do Conjunto CFESS/CRESS, consoante com sua defesa de universalização da seguridade social e instituição da Política de Assistência Social como Política Pública, que assegure benefícios e serviços de maneira digna, justa, igualitária, com qualidade, participação e controle da sociedade civil e responsabilidade do Estado. Portanto, o conjunto CFESS/CRESS, que representa cerca de 90.000 assistentes sociais brasileiros/as, defende e luta pela aprovação e sanção do PL SUAS e reforça a importância de continuarmos mobilizados visando à ampliação dos direitos para além dos presentes no PL e na defesa da universalização da seguridade social.
Conselho Federal de Serviço Social - CFESS
Gestão Atitude Crítica para Avançar na Luta – 2008/2011
Comissão de Comunicação

Diogo Adjuto - JP/DF 7823
Assessoria de Comunicação
comunicacao@cfess.org.br

Agenda Assistente Social 2011: adquira a sua!

Comemorações dos 18 anos do Código de Ética e da Lei de Regulamentação dão o tom desta edição, repleta de cinema, arte e poesia!

Agenda 2011: os modelos De bolso e Convencional comemoram os 18 anos do Código de Ética do/a Assistente Social e da Lei de Regulamentação Profissional (foto: Rafael Werkema)  

Em 2011, o Código de Ética do/a Assistente Social e a Lei de Regulamentação Profissional completam 18 anos de existência. Há quase duas décadas, estes dois marcos jurídicos e ético-políticos do Serviço Social vêm impulsionando o "movimento da categoria na defesa de direitos". Agora, durante todo o próximo ano, eles serão pautados diariamente em um instrumento de planejamento das ações e compromissos do/a assistente social.

Estamos falando da Agenda Assistente Social 2011, organizada pelo CFESS, que começa a ser vendida a partir do dia 29 de novembro pelo Conselho Federal, CRESS e Seccionais de Base em todo o Brasil. "Inspiramo-nos no cinema, na poesia e nos posicionamentos políticos públicos do CFESS para enaltecer os princípios fundamentais do Código de Ética e, também, para registrar a complexidade dos temas com que se deparam os/as profissionais no cotidiano", afirma a presidente do CFESS, Ivanete Boschetti.

Para as divisórias de cada mês e nas páginas internas da agenda foram selecionados extratos de textos - cuja reflexão inspirou e contribuiu nos debates e formulação do Código de Ética e da Lei de Regulamentação - e estão publicados no Livro "Serviço Social e Ética (1996)". A estes extratos se agregam também poesias e fragmentos de posicionamentos políticos contemporâneos do CFESS, publicizados em seus canais de comunicação.

Cinema dá o roteiro
Todo o conteúdo da Agenda 2011 é ilustrado com releituras de cartazes de filmes que, em algum momento, em seu enredo, fazem alusão aos princípios do Código de Ética Profissional. É o cinema também dando um ótimo roteiro para a agenda. "A vida não é filme, cantava-se nos anos 1980. Se olharmos, porém, com atenção para o passado, bem como no âmago do nosso presente, e fomentarmos ainda novas e velhas utopias, podemos constatar que, inúmeras vezes, momentos candentes da questão social e da nossa história política foram cuidadosamente representados nas telas do cinema", diz um trecho do texto da apresentação da Agenda 2011.

E assim, a cada divisória, um princípio ilustrado, reverenciando alguma obra da Sétima Arte.

"Eleger o tema da ética como eixo da Agenda 2011, para fins de comemoração do Código de Ética de 1993 e da Lei de Regulamentação Profissional (Lei 8.662/1993), é uma forma de propor aos/às assistentes sociais, ao longo de um ano, a boa companhia de que falava Vinícius de Moraes – eu não ando só, só ando em boa companhia".

Então, adquira a Agenda Assistente Social 2011 e tenha uma boa companhia!


Algumas divisórias da Agenda Assistente Social 2011. Filmes como "Estamira" e "Morango e Chocolate" serviram de inspiração para ilustrar os princípios do Código de Ética (arte: Rafael Werkema)  

Informações técnicas e valor
A Agenda Assistente Social 2011 está disponível em dois formatos: Convencional e De Bolso. Confira as informações técnicas de cada uma.

Agenda convencional 2011
13x20cm, 376 páginas (papel reciclado), com espiral protegido, capa flexível, porta-documentos, marcador de página e elástico. Peso aproximado: 250 gramas.
Valor: R$ 17,00

Agenda De Bolso 2011
17x8cm, 180 páginas, com espiral, capa flexível, marcador de página e elástico. Peso aproximado: 100 gramas.
Valor: R$ 12,00.

COMO ADQUIRIR
As Agendas 2011 (Convencional e De Bolso) estão sendo vendidas nas Sedes e Seccionais dos CRESS de todo o Brasil. Entre em contato com o CRESS de sua região e garanta a sua.

O material pode ser adquirido também diretamente na Sede do CFESS, em Brasília (DF), ou enviada por correio, com despesas de envio por conta do solicitante. O email é publicacoes@cfess.org.br  

Quem participar do Enpess, no Rio de Janeiro, poderá adquiri-las durante o evento.

Baixe a imagem de divulgação das Agendas em alta resolução.  

Conselho Federal de Serviço Social - CFESS
Gestão Atitude Crítica para Avançar na Luta – 2008/2011
Comissão de Comunicação
Rafael Werkema - JP/MG - 11732
Assessor de Comunicação
comunicacao@cfess.org.br