domingo, 30 de janeiro de 2011

Jovens cheiram cinzas mortuárias de homem e cães pensando ser cocaína

Soroa, Andaluz e Marrero

Os jovens acharam que aquele dia era de sorte. Waldo Soroa,19, Matrix Andaluz, 18, José David Diaz Marrero, 19, e dois menores invadiram para furtar uma casa em Silver Springs Shores, na Flórida, EUA, e descobriram um pó que acreditaram ser cocaína.

Cheiraram cada um pouco, mas perceberam que se trata de outra coisa, sem saber o quê. Depois, já presos, foram informados pela polícia de que a 'droga' que cheiraram era cinza da cremação do corpo do pai da dona da casa e de dois cães dinamarqueses.

A proprietária quando chegou a casa notou o sumiço de eletrodomésticos e joias. Depois, viu que os ladrões tinham mexido na urna funerária, mas não imaginou que o que sobrou de seu pai e cães tivesse sido aspirado como fosse cocaína.

Para os jovens, que já tinham passagem pela polícia, talvez o pior não tenha sido o engano, mas a notoriedade nacional que obtiveram. Na prisão, são motivos de riso.

Com foto da Polícia da Flórida e informação do WTSP.com.

Vídeo mostra talibãs apedrejando até a morte casal acusado de adultério



A ABC News exibiu um vídeo do apedrejamento até a morte por talibãs de um casal acusado de adultério no norte do Afeganistão. A rede americana cortou as cenas mais chocantes.

Assim, os telespectadores deixaram de ver, por exemplo, o momento em que Siddqa, 19, com um manto azul e enterrada até a cintura (reprodução ao lado), tenta desesperadamente se desviar das pedras e quando ela é morta por três tiros de fuzil na cabeça.

Depois do assassinato da jovem, as imagens – gravadas em outubro do 2010 possivelmente por um celular – mostram líderes talibãs conduzindo à multidão Khayyam, o namorado dela. 

Com as mãos já atadas às costas, o jovem tem os olhos vendados – a expressão do seu rosto é de pavor. Começa o apedrejamento, e o vídeo é cortado de novo quando Khayyam, em soluços, silencia-se.

Em nome de Maomé



Pela lei do Islã, seguida ao pé da letra pelos talibãs, o castigo aos adúlteros, mas sobretudo às mulheres acusadas de infidelidade, é o apedrejamento. 

Após ter sido vendida por US$ 9.000 (R$ 15.000) para um casamento arranjado, Siddqa fugiu rumo ao Paquistão com Khayyam, que deixou sua mulher e dois filhos.

Depois de uns tempos, o casal voltou a sua aldeia no Afeganistão, na fronteira com o Tadjiquistão, para visitar parentes sob a promessa de líderes locais de que não seriam molestados. Mas foram pegos pelos talibãs, que controlam algumas regiões do país. 

Daoud Daoud, chefe das forças policiais, prometeu pegar os responsáveis pelo apedrejamento e levá-los à Justiça. 

Zabiullah Mujahid, porta-voz dos talibãs, defendeu o apedrejamento com o argumento de que a lei islâmica é a expressão mais legítima do Alcorão. 

“Há pessoas que querem impor ao nosso país um pensamento estrangeiro", disse. "Para elas, isso [o apedrejamento] é desumano, o que é um insulto ao Profeta [Maomé].”

Com imagens da ABC News e informação da BBC.

Empresa não responde por assédio entre funcionários do mesmo nível

A empresa não pode ser responsabilizada por assédio sexual entre funcionários do mesmo nível, decidiu a 3ª Câmara do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) da 15ª Região, confirmando sentença do juiz da 2ª Vara de Araçatuba. Nessa cidade paulista, uma servente da lavanderia de um hospital beneficente pediu indenização por danos morais por ter sido assediada por um colega de trabalho.

Ela contou, conforme os autos, que o seu colega “colocava a mão no pênis e chacoalhava”, constrangeando-a. Disse também que em duas ocasiões ele “apareceu sem camisa na porta do banheiro e a chamou para tomar banho”. 

Por causa disso, falou, pediu demissão da empresa, que deveria lhe pagar uma indenização. Uma semana antes de sair da empresa, ela reclamou com o chefe do setor, que, segundo ela, considerou ser aquela história uma ‘ladainha’. 

Uma das testemunhas da servente disse não ter presenciado nenhum desrespeito. 

O desembargador Edmundo Fraga Lopes, o relator do caso, estranhou que a servente tenha demorado quase 11 meses para reclamar com a chefia, em novembro de 2005. 

Sentenciou que a empresa só poderia ser julgada como responsável pelo assedio se ela tivesse sido avisada e se omitido. “Mas isso não ficou claro nos autos.” 

Com informação dão TRT da 15ª Região.

Americana enforca e queima ‘cão do diabo’ que tinha mordido uma Bíblia

A polícia de Pacolet Mills, na Carolina do Sul (EUA), prendeu Miriam Smith (foto), 65, por crueldade contra animal. Na árvore defronte a sua casa, ela enforcou uma cadela pit bul e a queimou com querosene porque  tinha mordido uma Bíblia. “É um cão do diabo”, disse ela à polícia. 

A cadela se chamava Diamond e pertencia a um sobrinho de Miriam que estava passando uns dias lá. A Bíblia estava na varanda da casa. 

Miriam disse à polícia que matou o “cão do diabo” porque temia que mordesse as crianças da vizinhança. 

Ela poderá ser condenada de seis meses a cinco anos de prisão ou mandada para tratamento psiquiátrico, caso seu advogado consiga provar que sofre de distúrbio mental

Árvore onde Miriam pendurou a cadela
Com informação do CBS News.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Lésbicas sul-africanas são vítimas de estupro para que fiquem 'curadas'

No ano passado, Millicent Gaika (foto), 30, apanhou e foi estuprada por cinco horas em seu apartamento por um conhecido para que ela ficasse curada da homossexualidade. 

Disse o agressor: “Eu sei que você é lésbica. Você pensa que é homem, mas não é. Vou te mostrar que você é mulher. Vou fazer com que você fique grávida”. 

A violência chamou a atenção de ongs de defesa dos direitos humanos e de entidades de gays e lésbicas de vários países. 

A comunidade internacional de campanha on-line Avaaz (“Voz” em alguns idiomas), entre outras, está se mobilizando para cobrar do governo da África do Sul um combate efetivo a esse tipo de “corretivo”, porque o caso de Millicent não é isolado. 

Em média, ocorrem por ano no país 520 estupros de “cura” de lésbicas. Estima-se que esse número seja maior, porque as vítimas, em sua maioria, não denunciam a violência à polícia. Não só por causa do constrangimento, mas também porque sabem que as autoridades, em muitos casos, acreditam que elas precisavam mesmo de um “tratamento” 

Na  África do Sul, o estupro é o terror de todas as mulheres, não só, portanto, das lésbicas. Um quarto da população feminina (o que inclui crianças e adolescentes) é vítima dessa violência. 

A África do Sul é tida com a capital mundial do estupro.

Com informação da Avaaz e das agências internacionais de notícia.


terça-feira, 25 de janeiro de 2011

ENCERRAM HOJE 25 DE JANEIRO A INSCRIÇÃO PARA O PROUNI.

Os candidatos que fizeram o enem 2010 podem se increver até hoje dia 25 de janeiro, para concorrem a bolsas integrais ou parciais em faculdades particulares.

Faça sua incrição no site:

http://siteprouni.mec.gov.br/

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Universidade boa é coisa cara e brasileiro não tem dinheiro

Título original: Casa Grande

por Luiz Felipe Pondé para Folha

Sou um acadêmico. Adoro dar aula, estudar, participar de seminários. O milagre de ver os olhos de um aluno transparecer a experiência do conhecimento é um prazer imenso. Todo dia agradeço a Deus pela coragem de ter trocado a medicina pela filosofia, ainda que, no fundo, continue vendo o mundo com os olhos do médico.

A medicina impregna a alma com a percepção da fragilidade da fronteira entre fisiologia e patologia.

Mas nem por isso deixo de ver que minha tribo padece de contradições específicas, e que, em nosso caso, podem ser bem dramáticas, uma vez que somos responsáveis pela produção de grande parte do conhecimento público.

Uma dessas contradições é a relação entre universidade e elite. Para alguns, universidade é elite e pronto, e só assim realiza bem sua função. Sou um desses. Já na Idade Média, fosse Paris, Oxford ou Salamanca, era coisa de elite.

O pensador conservador e historiador das ideias americano Russel Kirk, já nos anos 50 (recomendo fortemente a leitura do seu livro "Academic Freedom", de 1955), advertia-nos acerca da "proletarização" das universidades, na medida em que ela passava a ser uma opção de ascensão social para a classe média e "gente sem posses".

Hoje, isso é fato. A forma como "carreira salarial" e "produção acadêmica" se relacionam e se confundem no cotidiano da gestão universitária na forma de "critério de qualidade" é uma prova cabal do argumento de Kirk. O fato é que quase sempre a discussão sobre "reconhecimento da produtividade" só vale se for materializado em ganho salarial, apesar das tentativas de maquiarmos o fato. No fundo, é quase tudo uma polêmica sobre folha de pagamento.

Mas não é disso que quero falar. A relação entre universidade e elite tem outras nuances que apontam para as contradições do mundo contemporâneo e sua relação com a ideia de "democratização do ensino". A vocação da universidade no cenário da democracia se confunde com a ideia de universalizar a formação superior ao mesmo tempo em que deve formar quadros técnicos de gestão da sociedade, da ciência e da cultura superior.

Daí que seja comum minha tribo tomar a palavra pública em favor da "democratização do ensino" e da "democracia nas instâncias internas da universidade". Aqui surgem duas das contradições às quais me refiro.

A primeira tem a ver, no Brasil, com a abertura de universidades às centenas e em quase toda esquina, quase sempre com qualidade duvidosa. "Universidades a R$ 399,90 por mês."

Contra essa tendência, colegas gritam, com razão, denunciando a má formação em questão. Mas o fato é que democratização significa quase sempre "barateamento do produto". Para muita gente pobre cursar universidades públicas ou particulares de renome e tradição é impossível, seja pelo restrito número de vagas, seja pelo alto custo financeiro.

A verdade é que o caráter elitista travestido de "democrático" da minha tribo revela aqui a falsidade de sua natureza e a alienação típica de quem vive regado a leite de pato na casa grande. Não se pode democratizar garantindo "vinho francês pra todo mundo". Basta vermos o barateamento do voto à medida que a democracia brasileira assimila suas classes C e D.

Universidade boa é coisa cara e brasileiro não tem dinheiro.

A segunda é pior ainda. Muitos de nós mentimos sobre a "democracia" e a transparência interna da universidade.

Devido muito ao hábito oligárquico de nosso país, "estrelas" da elite das grandes universidades, publicamente "implicadas" com democracia e transparência, no cotidiano da universidade agem como o mais comum "senhor da casa grande", buscando garantir gerações futuras do quadro docente dentro do seu grupo de discípulos, realizando um verdadeiro "bullying" contra integrantes de grupos institucionalmente mais frágeis.

A universidade é dilacerada por lobbies internos que fazem dela um exemplo típico das oligarquias da "casa grande e senzala". O uso da burocracia interna faria qualquer "peemedebista" chorar de inveja. Quem for inocente que atire a primeira pedra.

A história é feita por poucos porque a maioria é medíocre.
julho de 2010

Artigos de Luiz Felipe Pondé.

‘Brasileira precisa deixar de ser exaltada apenas por sua bunda’

do leitor Felipe Siará a propósito de ‘Brasileira é mais ardilosa, mentirosa, fútil e vingativa

Concordo plenamente com a autora quando fala que a brasileira procura tirar vantagem em tudo, que é oportunista. Isso é fato. A máscara da hipocrisia "inocente" deve ser tirada das brasileiras.

Se você, caro amigo, não usar da razão e inteligência para se defender da explosão de emoções (muitas vezes negativas) de sua mulher, pode ter certeza de que seu futuro será a desgraça porque, nas fases de maior oscilação emocional dela, qualquer vacilo seu, já era!

É fato também que não conseguimos viver sem a beleza e delicadeza das mulheres, mas no Brasil, essas qualidades se transformaram em sinônimo de oportunismo.

Na França, as mulheres são consideradas úteis por sua inteligência. Nos EUA, as mulheres são bastante empreendedoras. Na Alemanha, são independentes intelectualmente (independência na Alemanha tem um significado bastante diferente do que pensamos no Brasil).

No Brasil, as mulheres passaram a ser conhecidas por seus dotes sexuais, por suas belas bundas, e a maioria delas vai para a Europa para ser empregadas, garotinhas de prazer ou para passar o dia em casa e satisfazer o desejo de seu marido europeu à noite quando chega do trabalho.

A depreciação da brasileira no mundo é bastante evidente quando se olha notícias em capa de jornal e revista que abordam o Brasil como destino turístico.

Não adianta varrer a sujeira para debaixo do tapete, não adianta falar em moralismo, não adianta falar em machismo. Acordem, é a pura realidade!

O único meio de as brasileiras serem bem vistas e admiradas é pela sua importância dentro da sociedade e pela sua conscientização política e social.

As brasileiras precisam deixar de ser sinônimo apenas de bundas.

> Bumbum das brasileiras cresceu 4 cm, diz fabricante de calcinhas.
agosto de 2010

> Livro destaca a importância do bumbum para a humanidade.
dezembro de 2009

Dilma manda tirar a Bíblia e o crucifixo do gabinete da Presidência

Em sua primeira semana no Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff (foto) mandou tirar do seu gabinete a Bíblia e o crucifixo, o que, talvez, tenha sido a primeira vez que isso ali acorre.

Esse gesto pode ter várias interpretações, entre as quais a sinalização de que ela não aceitará em seu governo a ingerência de religiões e religiosos. O que não houve em sua campanha eleitoral, quando teve de se aproximar de líderes evangélicos e católicos para tentar convencê-los de que não vai se empenhar para a legalização do aborto.

Durante o vale-tudo da campanha, evangélicos acusaram Dilma de ser ateia, o que ela nunca admitiu. Mas com certeza mudou o seu senso de religiosidade, ao menos de boca para fora, para não perder parte dos votos que herdou do Lula.

Em 2007, em entrevista à Folha de S.Paulo, ela afirmou ter ficado “durante muito tempo meio descrente”. Em abril de 2010, já em campanha, lembrou ter sido criada no catolicismo e que acreditava em uma força superior. “Estudei em colégio de freira. Sou católica.”

Em um dos seus discursos de posse, Dilma reafirmou o compromisso com a liberdade religiosa, o que seria desnecessário dizer, porque está previsto na Constituição.

A rigor, independente da crença ou descrença de Dilma, a Bíblia, o crucifixo e demais símbolos religiosos deveriam ser retirados não só do gabinete presidencial, mas de todas as repartições públicas, porque o Estado é laico. Também está na Constituição.

ERA DO LULA - atualização às 18h

Em post publicado às 14h54 de hoje, o Blog do Planalto  afirmou que o crucifixo de origem portuguesa foi retirado do gabinete presidencial porque é um presente que o ex-presidente Lula recebeu de um artista no início do governo dele. Sobre a Bíblia, ela continua no mesmo lugar, diz o blog, em uma mesa na contígua ao gabinete, "onde a presidente já encontrou ao chegar ao Palácio do Planalto".

Com informação da Folha de S.Paulo.

Pai de santo é condenado a 20 anos de prisão por assassinato em ritual satânico

A população de Caruaru, no agreste pernambucano, ficou chocada em janeiro de 2009 com a crueldade de um crime: o esquartejamento do corpo do descarregador de caminhão Siconed Lima Bezerra, 33. Os pedaços do retalhamento foram encontrados em dois bairros. A cabeça, as mãos, o pênis e parte das nádegas estavam cozidos dentro de dois caldeirões.

Na última quarta-feira (12), o juiz Walmir Ferreira Leite condenou o pai de santo Jandeilson Mendonça de Queiroz (foto), 23, a 20 anos de prisão pelo assassinato.

A polícia pegou Queiroz no mesmo dia do crime e o manteve sob prisão preventiva até o julgamento.

Quando foi preso, o pai de santo confessou o assassinato, segundo informação da polícia na época. Ele teria dito que conhecia Bezerra, que na noite do crime dormiu na casa dele. Queiroz disse à polícia que, a pedido de uma entidade espiritual, de madrugada matou Bezerra durante um ritual satânico.

Posteriormente, o pai de santo negou ter matado Queiroz e que tivesse realizado um ritual de magia negra, mas disse ter esquartejado o corpo para encobrir o assassinato. Falou que estava tomado por uma ‘entidade’.

Na casa de Queiroz, a polícia encontrou um colchão com marcas de sangue e uma faca que teria sido usada para o esquartejamento.

A família de Bezerra (foto) garantiu que ele nunca esteve envolvido com drogas, mas que era mulherengo. Existe a possibilidade, segunda a família, de Suzana Alves de Lima, companheira do pai de santo, ter sido um dos “casos” do descarregador.

Suzana irá a julgamento no próximo mês sob acusação de envolvimento no crime.